Observatório Alviverde

23/06/2012

REPÓRTER DO SPORTV NÃO DEDUROU HENRIQUE! UM DERBY CHOCHO AMANHÃ NO PACAEMBU

 

Que fique muito claro porque se uma coisa não me agrada neste mundo é a injustiça; o repórter Carlos Cereto não interveio, d-e-f-i-n-i-t-i-v-a-m-e-n-t-e no lance que culminou com a expulsão injusta de Henrique.

Isto ficou cristalino e explícito a partir da apreciação detida que eu e outros bloguistas fizemos a partir da visualização da reprise do GREPAL..

Além disso Cereto manifestou-se no programa matinal do Sportv sobre o assunto de forma ponderada e equilibrada.

Eis o link:

http://globotv.globo.com/sportv/redacao-sportv/t/ultimos/v/carlos-cereto-destaca-atuacao-de-valdivia-a-classificacao-do-palmeiras-na-copa-do-brasil/2006687/.

Aliás há muito tempo recebi um e-mail do Maurício Noriega, cujo teor dizia respeito daquele lance do gol de Edmundo com a mão em um jogo do Palmeiras contra o Mogi-Mirim que a arbitragem não viu mas acabou anulando ao ser informada que Edmundo usara a mão.

Segundo Noriega, Cereto, revoltado esteve para ir às vias de fato com o técnico Leão nos estúdios do Sportv em decorrência daquele episódio.

Leão teria sido quem o acusara de ter informado à arbitragem o que haviam mostrado as câmeras.

Nori garante e sustenta que Cereto é honesto do ponto de vista profissional, ponto de vista com o qual eu não posso concordar nem discordar tendo em vista que não convivo com ele e nem o conheço pessoalmente, mas, a princípio,  acredito na palavra de Noriega.

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Colocadas as coisas em seus devidos lugares, falemos agora sobre o derby chocho de amanhã no Pacaembu.;

Palmeiras e Corinthians pelos mesmos motivos em competições distintas, decisivas, vão poupar seus principais jogadores e entrar em campo representados por suas equipes reservas.

As decisões de Felipão e Tite são brochantes, esvaziam o derby, mas são perfeitamente compreendidas pelas duas torcidas.

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Considerado pela Fifa o clássico mais importante do Brasil e o décimo em importância mundial, ainda que com esse esvaziamento decorrente das ausências dos times titulares, o clássico terá muitos atrativos.

A maior rivalidade paulista, nestes dias violentos que vivemos, mortal, é o primeiro ingrediente a dar tempero e sabor ao encontro de amanhã às 16 hs no Pacaembu.

Toda uma história de glórias da equipe que é a maior vencedora da história do futebol brasileiro, o Palmeiras e outra, muito vencedora, e, com méritos, finalista da Libertadores 2012, estará em jogo amanhã no velho estádio Paulo Machado de Carvalho.

Muito mais do que isso, é um jogo que vale três pontos e que não pode ser colocado na vala-comum de um reles amistoso de feriado ou de comemoração.

Há uma necessidade vital da conquista dos três pontos por parte das duas equipes que, se decidem duas competições importantíssimas,. de alto estofo e importância, ironicamente lutam para fugir da zona de rebaixamento do brasileiro.

Ressalte-se que tanto Palmeiras quanto CU-rintia já foram rebaixados e conhecem bem a dor, o infortúnio e o limbo que representa uma segunda divisão.

Quem cai no alçapão dos quatro últimos colocados do Brasileirão sabe a dificuldade que é sair de lá,

Muitos, a maioria, não conseguem reverter a situação.

Entra rodada, sai rodada, tem-se a impressão de que a tabela de posições se torna estática e os números obtidos são sempre insuficientes para que os times consigam sair da incômoda zona de rebaixamento .

Essa é a grande importância, sem qualquer dúvida, a maior, do clássico de amanhã:

a luta pela fuga do rebaixamento.

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SABENDO DISSO, VOCÊ ACHA QUE O PALMEIRAS TINHA DE ENTRAR COM O QUE TEM DE MELHOR?

OU FELIPÃO TEM, REALMENTE, DE POUPAR SETE OU OITO JOGADORES E INVESTIR NA CONQUISTA DA COPA DO BRASIL QUE, DE QUEBRA, VALE UMA VAGA NA LIBERTADORES 2012?

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3 Comentários:

  • Às 23 de junho de 2012 10:16 , Anonymous Anônimo disse...

    Parabéns pela ponderação a respeito do repórter.
    Precisamos tomar cuidado nas denúncias - um denuncismo que impera no País e que nem sempre é honesto - porque por detrás disso há o alto risco de agressões, especialmente por parte de pessoas que se vestem de "torcedoras" de futebol.
    Também não conheço o tal repórter, mas entendo que dificilmente um profissional agiria da forma como tentaram denunciar, irresponsavelmente.
    Armando Figueiras.

     
  • Às 23 de junho de 2012 12:37 , Anonymous Anônimo disse...

    O mestre tava certo.

    Valdivia faz o gol da classificação à final da Copa do Brasil, “explode”, tira a camisa e dá um abraço caloroso, raro na relação elenco/técnico, quase derrubando Felipão no chão. O grupo faz um “montinho” em cima da dupla.

    A comemoração do gol de empate contra o Grêmio é simbólica. E representa a busca pela redenção, que pode vir com o título da Copa do Brasil, de dois ídolos do clube.

    Um tem a idolatria da “geração Libertadores”, enquanto o outro, dos palmeirenses mais novos que festejaram o Paulistão de 2008. Carinho abalado pelos últimos dois anos de péssimos resultados. Muitos fãs passaram a rejeitá-los.

    Aliás, Valdivia já rejeitou Felipão, e vice-versa, no fim de 2010. O sequestro do Mago e de sua esposa, há dez dias, abalou o jogador, mas fortaleceu a relação no clube.

    Felipão se aproximou de Valdivia e lhe deu apoio diante do drama familiar. O camisa 10 gostou. E pediu para jogar a Copa do Brasil e definir seu futuro depois do torneio.

    A noite de quinta deixou os laços ainda mais fortes de Valdivia, e também do elenco, com Felipão. Antes do jogo, no vestiário, Scolari preparou um curto vídeo para os atletas.

    O técnico separou imagens de gols de ídolos (como Rivaldo, Edmundo), trechos dos títulos da Libertadores de 1999 e da Copa do Brasil de 1998, editadas com cenas da festa dos jogadores com a torcida após a vitória por 2 a 0 contra o Grêmio, no Sul.

    As imagens mexeram com o time, relatam os presentes. Após o jogo, Felipão reuniu o time. Agradeceu, falou que o grupo não é responsável pelos últimos anos ruins do clube, destacou a importância deles e o quanto representará a conquista.

    Valdivia, que segurou o choro nas entrevistas, “desabou” no vestiário. Chorou e foi abraçado pelo time. Felipão, antes questionado também internamente por atletas, tem o grupo fechado na busca pelo título.

    Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/palmeiras/Choro-historico-marcam-Felipao-Valdivia_0_723527848.html#ixzz1ydAH4zN8
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  • Às 23 de junho de 2012 13:14 , Anonymous Anônimo disse...

    Duas coisas sobre o caso Cereto:

    1 - Não foi o blog OAV e nenhum dos participantes que fez denuncias.Aqui, foi levantada a situação de que havia esse tipo de comentário pela internet e que seria necessário esclarecer a situação, para um lado ou para o outro conforme foi feito, tanto pelo editor, quanto por participantes do blog.

    2 – A busca pelos fatos proporcionou a verificação do que realmente ocorreu e quem viu o VT pode constatar um problema ocorrido durante o jogo e que não teve a devida repercussão. A atuação do auxiliar de linha durante o segundo tempo seria motivo mais do que suficiente para ele ser afastado do quadro de arbitragem da CBF, no mínimo, até o final da temporada. Erros grosseiros, ridículos, que não poderiam ser cometidos nem por auxiliares de campeonatos de várzea. O que se poderia falar dos profissionais de imprensa que trabalharam no jogo é que uma atuação tão duvidosa como foi a desse auxiliar, com falhas graves sempre contra um lado não despertou a atenção. Qualquer pessoa que tenha jogado futebol, não importando se foi craque internacional ou perna de pau de torneio amador, mas que disputou jogos jogos valendo pontos, saberia identificar que algo estranho acontecia na atuação do auxiliar.

    Em relação aos profissionais de imprensa em geral, episódios como esse servem de exemplo. Não vamos falar ou questionar honestidade, mas sim colocar em discussão a condição emocional dos jornalistas. A profissão exige preparo emocional, isenção, para ser exercida e vários jornalistas têm demonstrado ao longo do tempo que não estão capacitados para exercê-la, misturando preferências pessoais ou mesmo até broncas pessoais com o exercício da função e isso pode causar equívocos tanto entre eles quanto para o público.

    Marcelo Luiz

     

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