Observatório Alviverde

01/08/14

A VERDADE É QUE OS PALMEIRENSES QUEREM UM MEIA CATEGORIZADO E EFICIENTE, AINDA QUE SEJA VALDÍVIA!



 

Leio, na Internet, que Valdívia, relaxado e descompromissado profissionalmente com quem quer que seja, encontra-se nos Estados Unidos, na Disneylandia, com a família, em pleno gozo de férias fora de época!

Da mesma forma, tomo conhecimento de que nem as constantes ligações do Palmeiras o chileno tem atendido, no sentido de encaminhar para resolver, definitivamente a situação dele em relação ao clube. 

Ressalto, porém, que escrevo isto, sem saber se existe alguma razão específica ou um motivo maior que esteja interferindo no relacionamento ou algum negócio em vista, que esteja levando Valdívia a agir da forma aparentemente irresponsável como -dizem- ele vem agindo!

Na realidade, entre todas as possíveis verdades e mentiras dessa intrincada negociação, nós, torcedores, ao menos até agora, só temos conhecimento das verdades do clube, não as do jogador.

Diante dos fatos que se observa, a pergunta a ser formulada deveria ser esta: 

"o que estaria movendo Valdívia a proceder da forma absurda como -dizem- ele vem procedendo?"

Porém, nessa mixórdia de informações, entendamos que, além do Palmeiras e de Valdívia, há outras personagens envolvidas que, certamente, estão interferindo no processo, como o investidor, o pai de Valdívia, e, principalmente, o empresário!

Diante desse quadro que não é de um só autor, mas vai sendo pintado a cinco ou mais mãos, lembremo-nos, antes de tudo, que o empresário responsável pela negociação de Valdívia com os árabes, escolhido em comum acordo por todas as partes não inspira total confiança a nós palmeirenses.

Quem desconhece que ele tem parcerias muito mais fortes com outros clubes brasileiros, adversários nossos, aos quais serve caninamente, mas que, deles, também, regiamente, se serve há largos e longos anos.

Para mim não será nenhuma surpresa se o empresário em questão estiver forçando uma nova situação para negociar o chileno, não com os árabes, mas  com um clube brasileiro  de sua preferência entre aqueles que mais lhe convêm!


Ele sabe (quem não sabe) que com o apoio da torcida, com o respaldo da mídia, com o respeito dos árbitros e dos tribunais (Valdívia nunca teve isso e nem terá no Palmeiras) o chileno, um dos melhores do mundo em suas posição e função, poderá, também, atingir o auge de suas capacidade e influência dentro de campo, ainda que na casa de seus 30 anos.

Tudo isso, porém, são teorias que somente o tempo nos dirá se vão se cumprir ou não, se vão acontecer ou não. 

Em todo o caso não seria nada demais se a diretoria do Palmeiras colocasse, por prevenção, as próprias barbas de molho!

Só inocentes acreditam em empresários!

RESUMO DA ÓPERA

A VERDADE É QUE OS PALMEIRENSES QUEREM UM MEIA CATEGORIZADO E EFICIENTE, AINDA QUE SEJA VALDÍVIA! 

Um craque de capacidade e talento que tire o time da mesmice e do marasmo e o ajude a transitar pelo caminho das vitórias neste brasileirão! 

Mas se for outro jogador que vier, para mim, não fará nenhuma diferença se, em campo, ele, assim como o chileno, também fizer a diferença!
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PARA VOCÊ QUE NOS LÊ, VALDÍVIA, DE FATO, ESTÁ FAZENDO CORPO MOLE E MOSTRANDO-SE  UM PROFISSIONAL IRRESPONSÁVEL?

OU TUDO VEM OCORRENDO PORQUE SÓ SABEMOS AS VERDADES DO PALMEIRAS, DESCONHECENDO, AQUELAS, DO CHILENO E, PRINCIPALMENTE, DO GANHADOR DE DINHEIRO QUE O PALMEIRAS COLOCOU À FRENTE DAS NEGOCIAÇÕES?

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NA TV
Comecei a assistir ao Palmeiras x Fiorentina pela Band matriz com o irritante Téo José. Como caiu o nível de relato da Band!

Sem narrar ou identificar um único atleta para o telespectador, Téo ficou apresentando fichas de jogadores (tarefa exclusiva de repórter) até quase os 4 minutos. Como suportar semelhante amadorismo?

Como é que podem colocar um locutor de tendência radiofônica, fraco, óbvio, vocabulário pra lá de restrito, repetitivo, de voz absolutamente comum e excessivamente tenoril para o lugar do melhor entre todos os narradores da história da TV brasileira, Luciano do Vale recentemente falecido? 

Coisas inexplicáveis como a promoção de Téo à titularidade, mais a extinção do comentarista-jornalista, são o retrato fiel da decadência da Globo e da Band. 

Os filhos respectivos de Roberto Marinho e de João Saad, estão, anos-luz, distante da capacidade administrativa, do "feeling" e da sensibilidade de seus pais.

Como o próprio Téo anunciou (para mim ele é como Kleber Machado. Só ouço se não tiver opção), a Band  Sports também fazia o jogo. Foi um grande favor que ele me fez e o agradeço por isso! 

Nem bem ele terminou de anunciar a transmissão da Band Sports, para lá me dirigi. 

Ao sintonizar o canal fechado da Band, pude ouvir um tal Cacá, acompanhado por um repórter a quem ele chamava de T.K. e de Denilson, ex-jogador, pois nem o canal fechado da Band está livre da praga dos ex-atletas. Na Band aberta comentavam Pedrinho e Edmundo!

Seria esse Cacá (a voz era parecida) um ex-narrador da Rádio Cultura de Santos que transitou pela Rádio Gazeta, muito bom radiofonicamente, por sinal? Pareceu-me que sim, mas fiquei em dúvida!

O cara ia indo muito bem, acima da média, até que começou a comentar o jogo com o Denilson e tanto comentou e falou e falou,  desprezando a narração do jogo, que liquidou um trabalho que, em princípio, esteve excelente!

Será que não existe nenhum diretor de TV que conheça da matéria e faça os caras se limitarem a narrar e, apenas en-passant comentar sobre o que acontece dentro de campo?

O trabalho que se afigurava como excelente tornou-se ridículo, à beira da mediocridade, em função da vaidade do narrador. 

Ele tem uma boa voz e sabe narrar, mas insiste em sair da dele e comentar, talvez para mostrar-se atualizado, para exibir sabedoria ou, quem sabe, para não forçar as cordas vocais e a garganta.

Denilson, entusiasmado, não conseguia se conter, parecendo pretender ser, ele, (fraquinho, fraquinho) a vedete da transmissão.

Narrador de TV tem de aprender que as opiniões que emite, não interessam e nem são tão relevantes quanto a identificação simples de quem está com a bola e de quem participa das jogadas.  É apenas isso o que o telespectador quer saber, com uma ou outra informação complementar.

Fosse um outro time que não o Palmeiras, Cacá teria agido da mesma forma, comentando  tempo todo e abandonando a narração? Os diretores de TV admitiriam?  Duvido! 

Aqui em BH, há quase um século, os narradores agem da mesma forma quando são escalados e obrigados a narrar os jogos do América FC, com raras exceções. 

Ocorre o mesmo, já reparei, em São Paulo, quando os profissionais são escalados para relatar os jogos do Palmeiras, com raras exceções, tido pela maioria classifica midiática como um time demodê, de segundo escalão do futebol de São Paulo e do Brasil

Exclusivamente, narrar, deixando os comentários para o comentarista. Esta, sem qualquer dúvida, é (ao menos deveria ser) a verdadeira função de um narrador de televisão, mas a maioria não se contenta com esse papel informativo e transita, a bel prazer, indevidamente, pela seara dos comentaristas. 

Narrar o jogo e identificar quem está com a bola deveria ser a função precípua do narrador, mas, infelizmente, não é, ao menos nos jogos do Palmeiras. 

O resto é, apenas, perfumaria e vaidade de quem se acha e se coloca acima do espetáculo que transmite (AD)