PRA JOGAR M-A-L VAI SER PRECISO MELHORAR. MUITO!
PALMEIRAS 2 X 2 ATLÉTICO MINEIRO

O empate contra o Galo, no Allianz, ao menos para mim, soou como vitória.
Não em função do que o Palmeiras jogou ou rendeu, mas, pelas circunstâncias em que foi arrancado, no 3º tempo e no derradeiro lance do jogo.
O Galo abriu a contagem com Patric aos 5 do 2º tempo, em lance que nasceu de jogada duplamente irregular: falta dupla de Josué que, quase ao mesmo tempo, empurrou Robinho e chutou Dudu.
Esse foi um lance que passou, impunemente, pelo crivo do árbitro,dos bandeiras e, até, dos quatro profissionais e do paraquedista que transmitiram o jogo pelos Sportv e Premiere.
Ninguém, na TV, disse, absolutamente, nada acerca da falta dupla de Josué e o lance, irregularíssimo, teve seguimento e rolou como normal. Uma vergonha!
Já não se tem mais profissionais do apito e, até, da mídia, como se tinha antigamente!
O Palmeiras só conseguiu empatar aos 36, com Vitor Hugo após cobrança de corner, em cabeçada com força de chute, desferida por Vitor Hugo, absolutamente indefensável.
Quando se esperava que o Palmeiras fosse tomar conta do jogo e pudesse partir para uma virada, levou um gol inesperado, de Jô, aos 40 do segundo tempo em falha aonde?
Claro, no lado esquerdo da defesa, sem dúvida, o mais vulnerável, mesmo com a entrada de Egídio (não se iludam vocês) é bem melhor para apoiar do que para marcar.
Ainda assim, na raça e no abafa, o Palmeiras partiu pra cima do Galo e arrancou novo empate, através de Rafael Marques, aos 49 minutos do segundo tempo. Foi o último lance do jogo e fez justiça ao placar.
Embora sem ter atuado bem ou de forma convincente, o Palmeiras foi um pouco melhor, ou, vá lá, menos ruim do que o desentrosado time B atleticano que jogou, no limite de seu potencial, muito atrás guarnecido na defesa, exclusivamente em contra-ataques.
Sucinta e resumidamente, o que vou dizer agora, saltou aos olhos, até, de quem não entende de futebol.
Com as contusões de Leandro Pereira e Cristaldo, o Palmeiras, mais uma vez, jogou sem um centroavante especialista, improvisando na função o inexperiente garoto Gabriel Jesus.
Além da sentida falta de camisa 9 em quem pudesse encostar e com quem pudesse trabalhar, Dudu, impiedosamente massacrado pela mídia, certamente impressionado com o pesadíssimo gancho que deve receber, visivelmente assustado, conturbado e atrapalhado, pouco jogou, nada fez, e comprometeu, seriamente, a capacidade ofensiva do Palmeiras.
Ouso afirmar que, nas condições psicológicas penosas em que se encontrava, sequer deveria ter sido escalado. Foi pura perda de tempo colocá-lo em campo e sua nulidade foi determinante para que fosse substituído. Com outro na posição o Palmeiras, sem dúvida, teria se dado melhor!
De passagem, uma crítica adequada e forte à diretoria por não ter defendido o jogador junto à mídia, ao menos até à véspera do jogo de ontem, e, ao mesmo tempo ir preparando o ambiente do julgamento, marcado para a semana que começa hoje, pois o domingo é o primeiro e não o último dia da semana.
Portanto, já estamos em plena semana do julgamento e a considerar-se o ambiente circense, criado, principalmente pelos pândegos jornaleiros gritadores da Jovem Pan, Dudu já está fora do Brasileiro.
Um time que não se defende e nem defende os seus atletas -está sendo o caso do Palmeiras- é um time omisso, sem retaguarda, que não passa a necessária confiança aos jogadores.
O Palmeiras que se cuide, porque times, nessas circunstâncias, dificilmente ganham campeonatos.
Para poder fazer frente a esses obstáculos, o Palmeiras necessita, urgente e prementemente, de um porta-voz articulado e inteligente, que possa contrabalançar o trabalho negativo e incessante da mídia gambambi, contendo-o, desestabilizando-o, desmoralizando-o.
Essa gente, mais do que ninguém, pela experiência de largos anos de oposição ao Verdão, sabe, muito bem, lidar com todas essas situações ocorridas no Palmeiras. Só o clube não enxerga a necessidade de que tem de reagir!
Da mesma forma os caras tornaram-se especialistas em trabalhar de tal forma os problemas vividos pelo clube e seus atletas, que, do nada, conseguem gerar crises de grandes proporções em prejuízo do Verdão. Há quantos anos é assim! A diretoria finge que não vê!
A turma antipalmeirense da mídia é tão ousada e tão sem-vergonha, que consegue enxergar "enormes diferenças" entre a agressão do curintiano Petrus ao árbitro, em relação à agressão de Dudu!
Quem não sabe que, tomado e considerado de forma honesta, foi, a rigor, mesma atitude, considerando-se, porém, que ninguém tem aquilo roxo, coragem ou disposição para falar, que a agressão do curintiano foi covarde e por trás!
No fundo, o que essa parte estouvada e "brincalhona" (preciso me conter sob riscos de processo) da mídia não admite é que a pena irrisória aplicada ao curintiano seja a mesma a ser aplicada ao palmeirense. Se não for, onde estará a isonomia?
A taça do antipalmeirismo explícito tem de ser entregue em solenidade especial a 90% dos componentes da rádio Jovem Pan, com raríssimas exceções.
Ciosos do real interesses dos patrões, cujos ancestrais são fundadores do SPFC, fazem questão de falar o que lhes agrada, mesmo sem receberem nenhuma recomendação nesse sentido.
Mas, pergunto, seria preciso? Como acreditar numa rádio em que o próprio repórter que cobre o Palmeiras, não gosta do clube?
Voltemos ao jogo.
Eu, que sempre elogio Valdívia, hoje vejo-me obrigado a dizer que, muito longe do jogador decisivo que sempre foi, desempenhou sua função apenas burocraticamente, sofrivelmente, sem o brilho de suas costumeiras apresentações.
Sem medo de errar sou convicto de que a extrema lentidão apresentada pelo time no primeiro tempo, foi fruto da reduzida mobilidade e da pouca apresentação de Valdívia para o jogo, tanto e quanto o fato dele não ter estado em um dia feliz.
Mesmo respeitando a atitude de Oswaldo ao substituí-lo, eu, particularmente, esperaria um pouco mais para tirar o chileno, sobretudo por sua condição de craque.
Digo isso porque conheço-lhe o potencial tanto e quanto o seu repertório de habilidades, sendo, ele, capaz de poder realizar em quatro ou cinco minutos, um jogo de recuperação e fazer tudo o que não fizera até então.
De qualquer forma, compreendo que Oswaldo tenha pensado em tudo o que poderia ocorrer, continuasse o chileno andando, como, de fato, andou, dentro de campo.
Ademais, eu me pergunto, lastreado no que vi pela TV: não teria, o Mago, deixado o campo, outra vez, contundido? É uma hipótese a ser considerada!
Individualmente, os jogadores mais deficientes do Palmeiras no jogo de ontem foram Dudu e Valdívia, cujas saídas fizeram com que o time ganhasse muito mais fôlego, mobilidade e capacidade ofensiva.
Ah, antes que eu me esqueça, Zé Roberto, na lateral, além de um desperdício é uma predisposição ao suicídio. Ocorreu, ontem!
No meio de campo, que não exige a função de velocista, mas, simplesmente, a de de fundista, ele pode brigar por um lugar.
Como lateral, apenas e tão somente de forma emergencial, se preciso, quebrando o galho e com farta cobertura! Ainda bem que chegou Egídio.
Espero que, agora, Oswaldo tire Vitor Luís do meio de campo e o coloque como suplente de Egídio. O bom-senso e a razão pedem isso!
Kelvin, que substituiu Dudu, tanto e quanto o lateral esquerdo estreante Egidio, que substituiu Valdívia direcionando Zé Roberto para o meio de campo, melhoraram, acentuadamente a pegada, mas, principalmente, a criatividade da equipe em relação a tudo o que vira no jogo, até então.
A entrada de Alain Patrick no lugar de Gabriel, ocorreu, apenas, pelo temor de Oswaldo em perder o seu único volante de contenção, já com cartão amarelo e que, pelas suas características de pegada, corria o risco de expulsão.
As alterações encorparam e robusteceram o time que passou a ter mais a posse de bola e a chegar com mais de intensidade e objetividade ao ataque, embora sem a presença importante de um camisa 9 que obrigasse o adversário a despender dois adversários para marcá-lo.
Em resumo, o Palmeiras, por muito pouco escapou de iniciar o brasileiro com uma derrota, mas evidenciou que é um time com lastro e recursos suficientes para sair-se bem na competição.
Claro, é óbvio, que houve e que há indefinições individuais, equívocos táticos, técnicos e individuais que, se não forem equacionados e corrigidos a tempo e hora, podem ser um entrave na vida do Verdão neste campeonato.
Individualmente...
Prass, outra vez esteve estupendo e não tanto pelo número, mas pela importância de algumas (poucas) defesas em jogadas iminentes de gol. Em razão disso, com empenho, arrojo e coragem, foi, seguramente, o melhor jogador do Palmeiras.
Lucas não apoiou tanto quanto costuma apoiar. Foi uma atitude responsável do lateral direito palmeirense que, abaixo de Prass esteve, taticamente, muito bem.
A dupla de zaga palmeirense, Vitor Ramos e Vitor Hugo, cujo trabalho foi prejudicado pela falta de uma boa contenção de intermediária (Só Gabriel marcou), teve mais altos do que baixos.
Zé Roberto, com a bola no pé, um jogadoraço acima da média, como lateral, vou repetir, não deveria mais -definitivamente- ser escalado, a não ser de forma emergencial naqueles casos de extrema necessidade.
Gabriel esteve no mesmo plano de Prass, Lúcio e Rafael Mendes, até ser substituído por Alain Patrick que correu e se doou, mas ficou nisso, o que, nas circunstâncias adversas do jogo de ontem, já foi uma grande coisa.
Robinho, acostumado a jogar como meia, no Coritiba, ao lado de Alex, a exemplo de Zé Roberto na lateral, não consegue render como segundo volante.
Rafael Marques, por seu grande fôlego, espírito de luta e doação em campo, consegue entrar no restrito grupo de jogadores que, ontem, conseguiram salvar-se da pasmaceira que tomou conta da equipe. Rafael foi o autor do gol de empate.
Gabriel Jesus, excelente jogador, (volto a dizer que o melhor jogador da base ao tempo dele era Juninho, ainda sem chances no time principal), como centroavante até pode, com o passar do tempo e insistência vir a acertar. Terá, o Palmeiras, tempo e condições para tal? Não creio!
Fique claro que num estilo diferente, tipo Reinaldo, ex-Galo e que chegou a jogar no Palmeiras, ou de Nilmar hoje no Inter, mas a sua escalação na posição pode até precipitar o amadurecimento de Gabriel, mas judiará muito da Leal torcida.
Para mim, observado o jogo de ontem, penso que "Pra jogar mal, vai ser preciso que o Palmeiras melhore. Muito!" Quanto mais pra jogar bem!
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COM O TIME DE ONTEM, DÁ PRA CHEGAR?
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NA TV
A pior coisa que pode ocorrer a um telespectador é ser obrigado a ver e ouvir quem ele não quer e a exclusividade provoca isso.
Os produtores do Sportv sabem, perfeitamente, que a torcida do Palmeiras não tem a menor simpatia por Milton Leite, nem qualquer interesse em ouvi-lo, mas insistem em escalá-lo, visando, sempre, a contrariar a massa alviverde.
Não fosse ML um narrador do tipo fala pra dentro e embalador de soneca, como foi ontem (ele só é assim quando quer, normalmente em jogos do Palmeiras, posto que, quando está a fim de narrar, normalmente em jogos do Cu-rintia, é um relator muito acima da média), até seria palatável. Infelizmente, não é.
Restrições ao comentarista e ao agregado curintiano (como a turma do Sportv adora escalar curintianus em jogos do Palmeiras. É pra secar?) apenas em relação à falta dupla de Josué, sequer mencionada, conquanto muito clara, que gerou o gol de abertura do Galo e um cartão amarelo, injustíssimo, por reclamação, aplicado a Robinho.
A reprise da jogada, tanto e quanto (não sei seria possível tecnicamente) o "close-up" do lance, não aconteceram. A minha dúvida, porém, é se também não apareceriam e nem seriam mencionados, fosse o lance prejudicial aos interesses do Cu-rintia, dos Bambis, ou, até, do Santos! (AD)
À MINHA MÃE E TODAS AS MÃES
Poesia que eu declamei quando na terceira-série primária (Faz tempo, tá?) apurei, agora, na Internet que seu autor é Correa Junior.
Homenageio, com essa poesia, a minha nonagenária, lúcida e forte mãezinha (que Deus a conserve assim, entre nós) e as mamães de todos os amigos deste OAV.
MÃE
Nome sagrado que a gente,
Mal em palavras traduz,
Que com três letras somente,
É maior, mais refulgente
Do que o céu cheio de luz.
Nome que é, somente o mais doce,
Entre os que a gente aprendeu
E por mais pequenino que fosse,
Ele é que ao mundo nos trouxe
Ele é quem a vida nos deu.
O empate contra o Galo, no Allianz, ao menos para mim, soou como vitória.
Não em função do que o Palmeiras jogou ou rendeu, mas, pelas circunstâncias em que foi arrancado, no 3º tempo e no derradeiro lance do jogo.
O Galo abriu a contagem com Patric aos 5 do 2º tempo, em lance que nasceu de jogada duplamente irregular: falta dupla de Josué que, quase ao mesmo tempo, empurrou Robinho e chutou Dudu.
Esse foi um lance que passou, impunemente, pelo crivo do árbitro,dos bandeiras e, até, dos quatro profissionais e do paraquedista que transmitiram o jogo pelos Sportv e Premiere.
Ninguém, na TV, disse, absolutamente, nada acerca da falta dupla de Josué e o lance, irregularíssimo, teve seguimento e rolou como normal. Uma vergonha!
Já não se tem mais profissionais do apito e, até, da mídia, como se tinha antigamente!
O Palmeiras só conseguiu empatar aos 36, com Vitor Hugo após cobrança de corner, em cabeçada com força de chute, desferida por Vitor Hugo, absolutamente indefensável.
Quando se esperava que o Palmeiras fosse tomar conta do jogo e pudesse partir para uma virada, levou um gol inesperado, de Jô, aos 40 do segundo tempo em falha aonde?
Claro, no lado esquerdo da defesa, sem dúvida, o mais vulnerável, mesmo com a entrada de Egídio (não se iludam vocês) é bem melhor para apoiar do que para marcar.
Ainda assim, na raça e no abafa, o Palmeiras partiu pra cima do Galo e arrancou novo empate, através de Rafael Marques, aos 49 minutos do segundo tempo. Foi o último lance do jogo e fez justiça ao placar.
Embora sem ter atuado bem ou de forma convincente, o Palmeiras foi um pouco melhor, ou, vá lá, menos ruim do que o desentrosado time B atleticano que jogou, no limite de seu potencial, muito atrás guarnecido na defesa, exclusivamente em contra-ataques.
Sucinta e resumidamente, o que vou dizer agora, saltou aos olhos, até, de quem não entende de futebol.
Com as contusões de Leandro Pereira e Cristaldo, o Palmeiras, mais uma vez, jogou sem um centroavante especialista, improvisando na função o inexperiente garoto Gabriel Jesus.
Além da sentida falta de camisa 9 em quem pudesse encostar e com quem pudesse trabalhar, Dudu, impiedosamente massacrado pela mídia, certamente impressionado com o pesadíssimo gancho que deve receber, visivelmente assustado, conturbado e atrapalhado, pouco jogou, nada fez, e comprometeu, seriamente, a capacidade ofensiva do Palmeiras.
Ouso afirmar que, nas condições psicológicas penosas em que se encontrava, sequer deveria ter sido escalado. Foi pura perda de tempo colocá-lo em campo e sua nulidade foi determinante para que fosse substituído. Com outro na posição o Palmeiras, sem dúvida, teria se dado melhor!
De passagem, uma crítica adequada e forte à diretoria por não ter defendido o jogador junto à mídia, ao menos até à véspera do jogo de ontem, e, ao mesmo tempo ir preparando o ambiente do julgamento, marcado para a semana que começa hoje, pois o domingo é o primeiro e não o último dia da semana.
Portanto, já estamos em plena semana do julgamento e a considerar-se o ambiente circense, criado, principalmente pelos pândegos jornaleiros gritadores da Jovem Pan, Dudu já está fora do Brasileiro.
Um time que não se defende e nem defende os seus atletas -está sendo o caso do Palmeiras- é um time omisso, sem retaguarda, que não passa a necessária confiança aos jogadores.
O Palmeiras que se cuide, porque times, nessas circunstâncias, dificilmente ganham campeonatos.
Para poder fazer frente a esses obstáculos, o Palmeiras necessita, urgente e prementemente, de um porta-voz articulado e inteligente, que possa contrabalançar o trabalho negativo e incessante da mídia gambambi, contendo-o, desestabilizando-o, desmoralizando-o.
Essa gente, mais do que ninguém, pela experiência de largos anos de oposição ao Verdão, sabe, muito bem, lidar com todas essas situações ocorridas no Palmeiras. Só o clube não enxerga a necessidade de que tem de reagir!
Da mesma forma os caras tornaram-se especialistas em trabalhar de tal forma os problemas vividos pelo clube e seus atletas, que, do nada, conseguem gerar crises de grandes proporções em prejuízo do Verdão. Há quantos anos é assim! A diretoria finge que não vê!
A turma antipalmeirense da mídia é tão ousada e tão sem-vergonha, que consegue enxergar "enormes diferenças" entre a agressão do curintiano Petrus ao árbitro, em relação à agressão de Dudu!
Quem não sabe que, tomado e considerado de forma honesta, foi, a rigor, mesma atitude, considerando-se, porém, que ninguém tem aquilo roxo, coragem ou disposição para falar, que a agressão do curintiano foi covarde e por trás!
No fundo, o que essa parte estouvada e "brincalhona" (preciso me conter sob riscos de processo) da mídia não admite é que a pena irrisória aplicada ao curintiano seja a mesma a ser aplicada ao palmeirense. Se não for, onde estará a isonomia?
A taça do antipalmeirismo explícito tem de ser entregue em solenidade especial a 90% dos componentes da rádio Jovem Pan, com raríssimas exceções.
Ciosos do real interesses dos patrões, cujos ancestrais são fundadores do SPFC, fazem questão de falar o que lhes agrada, mesmo sem receberem nenhuma recomendação nesse sentido.
Mas, pergunto, seria preciso? Como acreditar numa rádio em que o próprio repórter que cobre o Palmeiras, não gosta do clube?
Voltemos ao jogo.
Eu, que sempre elogio Valdívia, hoje vejo-me obrigado a dizer que, muito longe do jogador decisivo que sempre foi, desempenhou sua função apenas burocraticamente, sofrivelmente, sem o brilho de suas costumeiras apresentações.
Sem medo de errar sou convicto de que a extrema lentidão apresentada pelo time no primeiro tempo, foi fruto da reduzida mobilidade e da pouca apresentação de Valdívia para o jogo, tanto e quanto o fato dele não ter estado em um dia feliz.
Mesmo respeitando a atitude de Oswaldo ao substituí-lo, eu, particularmente, esperaria um pouco mais para tirar o chileno, sobretudo por sua condição de craque.
Digo isso porque conheço-lhe o potencial tanto e quanto o seu repertório de habilidades, sendo, ele, capaz de poder realizar em quatro ou cinco minutos, um jogo de recuperação e fazer tudo o que não fizera até então.
De qualquer forma, compreendo que Oswaldo tenha pensado em tudo o que poderia ocorrer, continuasse o chileno andando, como, de fato, andou, dentro de campo.
Ademais, eu me pergunto, lastreado no que vi pela TV: não teria, o Mago, deixado o campo, outra vez, contundido? É uma hipótese a ser considerada!
Individualmente, os jogadores mais deficientes do Palmeiras no jogo de ontem foram Dudu e Valdívia, cujas saídas fizeram com que o time ganhasse muito mais fôlego, mobilidade e capacidade ofensiva.
Ah, antes que eu me esqueça, Zé Roberto, na lateral, além de um desperdício é uma predisposição ao suicídio. Ocorreu, ontem!
No meio de campo, que não exige a função de velocista, mas, simplesmente, a de de fundista, ele pode brigar por um lugar.
Como lateral, apenas e tão somente de forma emergencial, se preciso, quebrando o galho e com farta cobertura! Ainda bem que chegou Egídio.
Espero que, agora, Oswaldo tire Vitor Luís do meio de campo e o coloque como suplente de Egídio. O bom-senso e a razão pedem isso!
Kelvin, que substituiu Dudu, tanto e quanto o lateral esquerdo estreante Egidio, que substituiu Valdívia direcionando Zé Roberto para o meio de campo, melhoraram, acentuadamente a pegada, mas, principalmente, a criatividade da equipe em relação a tudo o que vira no jogo, até então.
A entrada de Alain Patrick no lugar de Gabriel, ocorreu, apenas, pelo temor de Oswaldo em perder o seu único volante de contenção, já com cartão amarelo e que, pelas suas características de pegada, corria o risco de expulsão.
As alterações encorparam e robusteceram o time que passou a ter mais a posse de bola e a chegar com mais de intensidade e objetividade ao ataque, embora sem a presença importante de um camisa 9 que obrigasse o adversário a despender dois adversários para marcá-lo.
Em resumo, o Palmeiras, por muito pouco escapou de iniciar o brasileiro com uma derrota, mas evidenciou que é um time com lastro e recursos suficientes para sair-se bem na competição.
Claro, é óbvio, que houve e que há indefinições individuais, equívocos táticos, técnicos e individuais que, se não forem equacionados e corrigidos a tempo e hora, podem ser um entrave na vida do Verdão neste campeonato.
Individualmente...
Prass, outra vez esteve estupendo e não tanto pelo número, mas pela importância de algumas (poucas) defesas em jogadas iminentes de gol. Em razão disso, com empenho, arrojo e coragem, foi, seguramente, o melhor jogador do Palmeiras.
Lucas não apoiou tanto quanto costuma apoiar. Foi uma atitude responsável do lateral direito palmeirense que, abaixo de Prass esteve, taticamente, muito bem.
A dupla de zaga palmeirense, Vitor Ramos e Vitor Hugo, cujo trabalho foi prejudicado pela falta de uma boa contenção de intermediária (Só Gabriel marcou), teve mais altos do que baixos.
Zé Roberto, com a bola no pé, um jogadoraço acima da média, como lateral, vou repetir, não deveria mais -definitivamente- ser escalado, a não ser de forma emergencial naqueles casos de extrema necessidade.
Gabriel esteve no mesmo plano de Prass, Lúcio e Rafael Mendes, até ser substituído por Alain Patrick que correu e se doou, mas ficou nisso, o que, nas circunstâncias adversas do jogo de ontem, já foi uma grande coisa.
Robinho, acostumado a jogar como meia, no Coritiba, ao lado de Alex, a exemplo de Zé Roberto na lateral, não consegue render como segundo volante.
Rafael Marques, por seu grande fôlego, espírito de luta e doação em campo, consegue entrar no restrito grupo de jogadores que, ontem, conseguiram salvar-se da pasmaceira que tomou conta da equipe. Rafael foi o autor do gol de empate.
Gabriel Jesus, excelente jogador, (volto a dizer que o melhor jogador da base ao tempo dele era Juninho, ainda sem chances no time principal), como centroavante até pode, com o passar do tempo e insistência vir a acertar. Terá, o Palmeiras, tempo e condições para tal? Não creio!
Fique claro que num estilo diferente, tipo Reinaldo, ex-Galo e que chegou a jogar no Palmeiras, ou de Nilmar hoje no Inter, mas a sua escalação na posição pode até precipitar o amadurecimento de Gabriel, mas judiará muito da Leal torcida.
Para mim, observado o jogo de ontem, penso que "Pra jogar mal, vai ser preciso que o Palmeiras melhore. Muito!" Quanto mais pra jogar bem!
DEIXE AGORA O SEU COMENTÁRIO E DIGA O QUE VOCÊ PENSA SOBRE A ESTREIA DO PALMEIRAS NO BRASILEIRÃO.
COM O TIME DE ONTEM, DÁ PRA CHEGAR?
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NA TV
A pior coisa que pode ocorrer a um telespectador é ser obrigado a ver e ouvir quem ele não quer e a exclusividade provoca isso.
Os produtores do Sportv sabem, perfeitamente, que a torcida do Palmeiras não tem a menor simpatia por Milton Leite, nem qualquer interesse em ouvi-lo, mas insistem em escalá-lo, visando, sempre, a contrariar a massa alviverde.
Não fosse ML um narrador do tipo fala pra dentro e embalador de soneca, como foi ontem (ele só é assim quando quer, normalmente em jogos do Palmeiras, posto que, quando está a fim de narrar, normalmente em jogos do Cu-rintia, é um relator muito acima da média), até seria palatável. Infelizmente, não é.
Restrições ao comentarista e ao agregado curintiano (como a turma do Sportv adora escalar curintianus em jogos do Palmeiras. É pra secar?) apenas em relação à falta dupla de Josué, sequer mencionada, conquanto muito clara, que gerou o gol de abertura do Galo e um cartão amarelo, injustíssimo, por reclamação, aplicado a Robinho.
A reprise da jogada, tanto e quanto (não sei seria possível tecnicamente) o "close-up" do lance, não aconteceram. A minha dúvida, porém, é se também não apareceriam e nem seriam mencionados, fosse o lance prejudicial aos interesses do Cu-rintia, dos Bambis, ou, até, do Santos! (AD)
À MINHA MÃE E TODAS AS MÃES
Poesia que eu declamei quando na terceira-série primária (Faz tempo, tá?) apurei, agora, na Internet que seu autor é Correa Junior.
Homenageio, com essa poesia, a minha nonagenária, lúcida e forte mãezinha (que Deus a conserve assim, entre nós) e as mamães de todos os amigos deste OAV.
MÃE
Nome sagrado que a gente,
Mal em palavras traduz,
Que com três letras somente,
É maior, mais refulgente
Do que o céu cheio de luz.
Nome que é, somente o mais doce,
Entre os que a gente aprendeu
E por mais pequenino que fosse,
Ele é que ao mundo nos trouxe
Ele é quem a vida nos deu.
Nome de mãe - o primeiro
que nesta vida se diz.
Vale mais que o mundo inteiro
Nome puro e verdadeiro:
dos nomes o mais feliz!
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