Observatório Alviverde

09/05/2018

COMO SEMPRE, TINHA DE SER SOFRIDO: AMÉRICA MINEIRO 1 X 2 PALMEIRAS COMPLETO!


Perceberam que até com a força máxima é sempre difícil derrotar os adversários?

Ou alguém considera que o time que jogou e deu um show em Curitiba teria feito melhor ou tido melhor sorte? Duvido! 

É por isso que, tirante situações especialíssimas, o Palmeiras não deveria e não deve  -nunca-  abrir mão de jogar sempre com todos os titulares que, se são titulares é porque, via de regra e com uma ou outra exceção, são mais eficientes do que seus suplentes.

O resultado apertado de ontem, conquanto pudesse ter sido mais folgado, deixou uma nova lição aos eternos críticos.

Sim, aqueles críticos contumazes e juramentados que, quer o time perca, ganhe ou empate, não enxergam nunca o lado positivo das coisas.

Dirigem as suas diatribes contra o grupo incessantemente, reclamam de tudo e de todos, contra tudo e contra todos e verberam que nunca está bom e quando está dizem que não é bem assim.

São os mesmos que sonham acordados e imaginam que o Palmeiras nunca joga contra ninguém, que tem de ganhar todos os jogos de goleada e ser campeão de todas competições das quais participa.

Chega de ilusão! Fosse assim, então para que jogar e disputar campeonatos?

Essa gente nunca leva em conta que, do outro lado do campo, existe sempre um adversário que se desdobra e se multiplica quando enfrenta o Verdão. 

Aliás, o futebol brasileiro apresenta uma particularidade ímpar em relação, por exemplo, ao futebol europeu, onde os grandes clubes passam como um trator sobre os clubes de menor orçamento e popularidade.

Aqui no Brasil os times médios e os pequenos se agigantam quando enfrentam os clubes da elite e sempre dão intenso trabalho vendendo caro as derrotas. 
  
Todos eles, todos, mesmo, procuram a superação quando enfrentam os grandes... Isso é normal!

Entretanto, quando enfrentam o Palmeiras, mais do que superar-se , eles transformam qualquer amistoso em uma guerra, uma espécie de decisão, de jogo da vida, quanto mais aqueles jogos que valem pontos.

Isso me leva a  concluir que os anos se sucedem, o futebol muda, tudo muda, menos o fato de que o time mais importante do Brasil continua sendo o Verdão.
Clube algum é tão combatido, tão odiado e, principalmente, tão invejado!

Culpa, em primeiro lugar, da falta de traquejo administrativo de sucessivos presidentes e dirigentes, mas, principalmente, da falta de um "departamento de marketing e relações públicas" eficiente e atuante que aparasse essas arestas .

Culpa, também, da contínua perseguição de parcela considerável da mídia que, quando o Palmeiras devia muito e não conseguia montar bons times, vendia a ideia de que o Palmeiras era um clube endividado e à beira da insolvência, administrado por "italianos" racistas, arrogantes, pretensiosos e ignorantes, cuja torcida era pequena, velha, decadente e amplamente superada pela jovem torcida Bambi, e prestes a ser superada pela micro torcida do Santos. 

A partir do momento em que, sob Nobre, o Palmeiras resolveu e encaminhou as pendências da Sociedade Esportiva e voltou com força ao mercado, a mídia deu uma pequena recuada nas críticas mas sem deixar nunca de minimizar o valor de suas conquistas e de torpedear fortemente os seus mínimos tropeços. 

Hoje, se o Palmeiras vence eles dizem, sarcasticamente: "também, com esse elenco recheado e com toda essa grana investida, só tinha mesmo de ganhar"

Se o Palmeiras empata ou perdem a ironia e o sarcasmo são ainda piores: "nem com toda a grana investida esse time consegue ganhar de ninguém"!

São os mesmos profissionais (?) que ora  vendem a ideia de que o Palmeiras é um time milionário e arrogante, expondo-o ao ódio de todos os adversários que dão tudo de sí e algo mais nos confrontos com o Verdão.

A vitória apertada de 2 x 1 obtida sobre o aguerrido time americano foi decorrente do esforço conjunto, tanto e quanto da aplicação e entrosamento da equipe que, a julgar-se pela forma interativa como festeja os gols, parece estar muito unida. Isto é ótimo!

O time belorizontino, conquanto tecnicamente inferior, foi um adversário leal, duríssimo de ser batido, embora a vitória palmeirense, mais do que justa, tenha sido superlativamente justíssima. 

O Palmeiras não cumpriu contra o América uma performance esplendorosa ou paradigmática, mas, reconheça-se, em muitos momentos do jogo teve lampejos dignos de um Barcelona, de um Real Madrid, de um Bayern ou de qualquer outro grande time europeu, o que me leva a concluir que Róger está no caminho certo.

Taticamente o time atuou da mesma forma que vem atuando, privilegiando o toque de bola quando sai para o jogo evitando, na medida do possível, os chutões que só ocorrem de maneira emergencial. 

Da mesma forma o time continuou cauteloso na defesa, revezando o apoio dos laterais (Quando um ia o outro ficava), hoje um pouco mais soltos do que de costume e mantendo, quase sempre, além de Jailson, ao menos mais quatro peças para defender.

Fechado na defesa para dificultar a chegada do ataque adversário, o Palmeiras, pode-se dizer assim, foi -muito mais- um time de contra-ataques do que, propriamente de propor o jogo.

Atraia o adversário até a sua própria intermediária onde partia para o bote dos desarmes. Retomada de bola, explorava os contra-ataques e procurava penetrar no espaço obtido, com Borja "cambando" para os lados para atrair os zagueiros e evitar a compactação da defesa, e, ao mesmo tempo proporcionar o jogo vertical de Keno e  Dudu, principalmente de Keno.

É claro que momentos houve em que o Palmeiras teve, também, de propor o jogo e o time fez sem abrir mão de sair jogando lá de trás da primeira linha de defesa com muita troca de passes e um certeiro toque de bola que começava com Jailson, indo para os zagueiros, passando pelo meio de campo, até a área americana. 

Há que se registrar os lançamentos longos de virada de jogo visando a surpreender as defesas. Esses lançamentos estão cada vez mais precisos em relação aos jogos anteriores, sendo essa uma promissora "marca registrada" do time de Róger Machado, que, a  qualquer momento, pode ajudar a decidir muitos jogos. 

Infelizmente o Palmeiras tomou um gol decorrente de uma bobeada individual de Antonio Carlos, o que, em parte, abalou um pouco o psicológico do time e fez com que aquele velho ditado prevalecesse mais uma vez.

"As coisas nunca são fáceis para o Palmeiras"!

Que venha agora o Curica que chega para o derby mais uma vez reforçado por Daronco! (AD)

FICHA TÉCNICA 

AMÉRICA-MG 1 X 2 PALMEIRAS

Data: 09/05/18, quarta-feira
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte
 
Árbitro: Braulio da Silva Machado
Assistentes: Kleber Lucio Gil (FIFA) e Neuza Ines Back (FIFA)
Arbitragem neutra com erros para os dois lados NOTA 7 ao trio.

Público: 12.241 torcedores
Renda: R$ 132.987,00
A média de público do América é de menos de 5.000 torcedores.
O Palmeiras dividiu o público com o América.

Cartões amarelos: Rafael Lima e Leandro Donizete (AMÉRICA-MG)

GOLS DO PALMEIRAS
Borja, aos 38 do 1º tempo.
Keno,  aos 11 do 2º tempo
 
GOL DO AMÉRICA-MG
Serginho, aos 27 minutos do 2º tempo em falha infantil de Antonio Carlos.

TIMES 
AMÉRICA-MG: João Ricardo; Norberto (Marquinhos), Messias, Rafael Lima e Giovanni; Leandro Donizete, Christian e Serginho; Luan (Ruy), Aderlan e Rafael Moura (Aylon)
Técnico: Enderson Moreira.

PALMEIRAS: 
Jailson. Salvou, no mínimo, dois gols. Saiu sempre bem do gol mas precisa aprimorar a saída de bola. NOTA 8.

Marcos Rocha - No geral, bem! Falhou  várias vezes por excesso de preciosismo e por querer se exibir para os seus co-estaduanos. Foi advertido por Róger. NOTA 7.

Antônio Carlos - Tirante a falha do gol, muito bem, sobretudo no jogo aéreo. Ganhou todas. NOTA 7.

Edu Dracena -  Comandou a defesa e teve boa atuação. Bom para sair jogando, Perfeito por cima e por baixo e quase perfeito na entrega de bola. NOTA 7,5.

Diogo Barbosa - Obediente tático, cumpriu com seriedade sua função e quase não foi notado em campo. Apoiou menos do que de costume e numa falha dele quase Serginho empatou o jogo. NOTA 7,5.

Felipe Melo- Magnífico início de jogo. Enquanto teve pernas e fôlego foi bem. NOTA 7.

(Thiago Santos) - Jogou muito pouco tempo, apenas no final do jogo. SEM NOTA.

Bruno Henrique - Excelente atuação. Boas trocas de passe e alguns arremates à distância. NOTA 7,5.

Lucas Lima - Além do passe milimétrico para o gol de Borja fez ótimos lançamentos, excelentes viradas de jogo e algumas enfiadas de bola que fizeram lembrar os seus melhores tempos. NOTA 7,5.

(Guerra) Entrou quase ao final do jogo e ajudou a segurar o ímpeto do adversário através da cadência do jogo, modalidade em que ele é um especialista. NOTA 7.

Dudu - Enderson Moreia colocou dois e às vezes três jogadores para marcá-lo. Ainda assim, a lucidez de Dudu, a categoria de Dudu e a visão de Dudu predominaram e o colocaram como um dos melhores do time do Palmeiras. E ainda existe quem diga que ele não é craque... NOTA 7,5 

(Willian) - Entrou no lugar de Keno quase no fim do jogo mas, ainda assim, empenhou-se, ajudou a defender, tocou bem a bola e deu muito trabalho à defesa americana quase fazendo um gol que teria dado mais folga ao time do Palmeiras para a decisão. NOTA 7. 

PERSONAGEM DO JOGO 
Borja - Perdeu, no mínimo, dois gols, mas, em compensação, além de fazer um, colaborou no gol de Keno. Lutou, bravamente,  do começo ao fim, não acreditou em bolas perdidas. NOTA 8,0.

CRAQUE DO JOGO
Keno - Quando  foi pra cima da defesa, driblando ou em velocidade, mostrou que, hoje, no futebol brasileiro, existem poucos jogadores de sua categoria. Além do gol infernizou a defesa americana. Embora atuasse mais pelo lado direito do campo, deslocou-se muito, confundindo a defesa adversária. NOTA 8,5

Técnico: Roger Machado
Ouso dizer que Róger ganhou o jogo por ter tido coragem de contrariar tantos que queriam que o time titular fosse poupado visando ao derby de domingo. Com essa atitude, Róger mostrou que tem personalidade e, em razão disso, além de meu respeito merece uma ótima nota. NOTA 8,0.

Em relação ao time nota-se que o Palmeiras melhora seu entrosamento a cada jogo, conquanto o esquema seja o mesmo, um pouco mais defensivista para o meu gosto. Em todo o caso, forçoso é reconhecer que houve progressos e que o time melhorou muito de rendimento.  Notaram que aquelas viradas de jogo de um lado para o outro de campo estão sendo cada vez mais certeiras? É fruto de treinamento!

Para que poupar o time e jogadores se o time ainda está longe de estar entrosado? (AD)

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EU COLOCARIA EM CAMPO, HOJE, A FORÇA MÁXIMA!


Acho interessante que os exemplos se sucedem e a parte "vanguardista" da mídia tanto e quanto da torcida, insistem numa estupidez chamada "poupar" jogadores.

Há poucas horas o Galo Mineiro, simplesmente entrou pelo cano em pleno Independência ao adotar -estupidamente- o modismo da "poupança". Bem Feito!

Se com o time principal o resultado seria extremamente difícil de ser obtido, imaginem com o time suplente. 

Ao final do jogo a torcida atleticana amargou outra desclassificação, e, em coro, homenageou as progenitoras do técnico e do presidente e de toda a diretoria, em face da utilização equivocada do time B.

Então eu pensei que o tempo passa, alteram-se as cenas, mudam as personagens, muda a sociedade, muda tudo e muda o mundo, menos a filosofia simbolista do famoso poeta e pensador paraibano Augusto dos Anjos que disse em seu estro há mais de cem anos e até hoje não foi contrariado: "a mão que afaga é a mesma que apedreja". 

Agora, refletindo e aplicando a situação ao jogo Atlético Pr x Palmeiras, sou convicto de que a recíproca foi verdadeira e Róger escapou do linchamento verbal. Ele que se cuide! As demissões de treinador começam, exatamente, assim!

Àqueles que defendem a tese da poupança do elenco quero deixar claro que os compreendo e os perdôo. Sobretudo quem fica reivindicando que o time principal seja unanimemente poupado. A eles eu respondo assim:

Como falar em estafa, em cansaço em falta de preparo físico, de"elan" e "estamina" se somente agora estamos entrando no quinto mês do ano e ainda não se chegou, sequer, à metade da temporada/18?

Se o time estiver estafado, cansado ou coisa assim (sei que não está) então que se troque os departamentos médicos e fisiológicos pois alguma coisa está errada.

Tenho um irmão médico, o maior palmeirense que conheci (depois de mim, é claro, rsrsrsrs), que sempre diz que estou indo contra a ciência quando digo que time não deve ser poupado.

Ele me explicou que os tempos que vivemos são diferentes daqueles de nossa infância e juventude, quando tudo funcionava à base do empirismo e das experiências pretéritas obtidas pelos médicos e fisicultores.

Disse-me, por exemplo, que na década de 50 existiam poucas escolas de educação física no país e ele só sabia de quatro, no Rio, em São Paulo, em São Carlos (SP) e Porto Alegre.

Todas eram voltadas exclusivamente para formar professores ginasiais que se preparavam para lecionar  uma matéria embrionária no currículo escolar e só depois, muito depois os profissionais que formaram foram direcionados para que atendessem o esporte, e, mais particularmente, ao futebol..

Falou da exigência física cobrada dos atletas de hoje e afirmou que um jogador das décadas de 40, 50 e 60 mantinha posição, atuava setorialmente e corria, em média, (os atacantes e defensores) pouco mais de quatro quilômetros por jogo.

Os meias armadores (meio-campistas), os "alfos" ( halfs ou os laterais, escolham como nominar) corriam no máximo de seis a oito quilômetros (média de seis) em um futebol de muito menor pegada, menos jogo de atrito, menos corpo a corpo e de muito menor exigência. 

Em contrapartida ele afirma que, independentemente da posição que ocupam, os jogadores de hoje correm muito mais, sendo que todos fazem, do máximo daquela época (oito quilômetros), o mínimo de hoje e chegam a correr, alguns deles,  até doze quilômetros por jogo.

Essa foi a explicação que o levou a admitir mudanças radicais nos elencos pois, paralelamente à fisiologia, corre a medicina, avançadíssima, através de exames do lactato, dos batimentos cardíacos, da capacidade pulmonar e de outros cujos nomes não gravei, que dizem respeito os hormônios, humores, enzimas e outros.

Aliás, não foi sem justa razão que um médico inglês afirmou que o maior inimigo dos jogadores nos dias que vivemos, muito mais do que os choques, as pancadas, as torções e as lesões musculares que tantas vezes levam um atleta ao paroxismo da dor e até ao rompimento dos ligamentos,  " é a altíssima competitividade do futebol moderno".

Deu para perceber que estou consciente das consequências decorrentes do excesso de trabalho de um grupo de jogadores? 

Ainda assim, condeno as "poupanças"de jogadores cujos "juros" são, na maioria das vezes, negativos, ainda piores, se mal comparo me perdoem,  do que a miséria que nos pagam os bancos por nossas poupanças financeiras. Explico:

Poupar um time inteiro de que, por que e para que? 

Fosse o Paulistinha que estivesse em disputa e ninguém sequer tocaria no assunto. 

Como a situação envolve Copa do Brasil e, depois, o derby da desforra para os palmeirenses, valendo pelo Brasileiro, todo mundo quer palpitar espelhando-se na vitória (reconheço, espetacular) do time reserva do Verdão em Curitiba. 

Faço questão de adiantar que sou (r-a-d-i-c-a-l  e  e-p-i-d-e-r-m-i-c-a-m-e-n-t-e) contra essa prática que tira o embalo, o entrosamento, o pique, desmotiva o time principal e acirra as rivalidades do elenco pela inevitável guerra de egos.

O time principal tem de ser basicamente mantido e preservado, ainda que eu concorde com a exclusão daqueles jogadores que o departamento médico aponte como extrema e efetivamente cansados (não creio que esteja ocorrendo no Palmeiras) ou que o departamento de fisiologia aponte como tendente a uma contusão muscular.

Nesses casos, que sejam substituídas apenas as peças que correm riscos de contusão ou aqueles atletas que precisam ser preservados visando a um jogo mais importante, mas sempre com a obrigatória manutenção da base do time principal.

Vanderley Luxemburgo, técnico vitorioso e emérito estrategista, o melhor entre todos que vi passar pelo Palmeiras, da década de 50 aos dias de hoje, deu lições acerca da forma de poupar seus jogadores decisivos.

Se houvesse jogos mais importantes pela frente e as situações assim o exigisse, ele retirava do time, pontualmente, os esfalfados, os cansados (três ou quatro, no máximo) e até aqueles que estavam com dois cartões, mas levando-os para o banco e mantendo-os por precaução, de sobreaviso, para possíveis eventualidades de ter de refazer da melhor forma a formação do time principal.

FICHA TÉCNICA ANTECIPADA
JOGO - AMÉRICA-MG X PALMEIRAS, hoje, 4ª feira, 09/05, às 19,30H.

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte

Árbitro: Braulio da Silva Machado
Assistentes: Kleber Lucio Gil (FIFA) e Neuza Ines Back (FIFA)

PROVÁVEIS TIMES:

AMÉRICA-MG:
João Ricardo; Norberto, Messias, Rafael Lima e Carlinhos; Leandro Donizete, Juninho e Serginho; Marquinhos, Aylon e Rafael Moura Técnico: Enderson Moreira.

PALMEIRAS:
Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima; Dudu, Keno e Borja (Willian)
Técnico: Roger Machado

Aprovo, inteiramente, a escalação dos melhores para o jogo decisivo desta noite contra o América, mas se a estrutura for mantida e três ou quatro forem poupados para o clássico não ficarei contrariado.

De qualquer modo, fique bem claro que, independentemente do derby de domingo, prefiro que o Palmeiras coloque em campo todos os titulares, pois será excelente se o time passar para a fase seguinte da Sul-Americana.

Deixemos para falar do clássico a partir de amanhã, quinta-feira! (AD)

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