Observatório Alviverde

27/02/2017

UMA SUGESTÃO A EDUARDO BATISTA E AO VETERANO ZÉ ROBERTO!



Quando Eduardo Batista afirmou que o problema do time do Palmeiras não era o sistema de jogo mas, simplesmente, compactação, sob o meu ângulo analítico. acertou plenamente.

Independentemente de qualquer mudança ou nova tática adotada, o time ajustou-se plenamente contra a Ferroviária.

A julgar-se pelo que disse o treinador a alteração da maneira de atuar ocorreu automaticamente, mais do que por suas determinações, pelas características das próprias peças envolvidas no jogo.

Foi desse mesmo modo que ocorreu, ano passado, uma mudança radical do modo de jogar do time, provocado pelas primeiras escalações de Moisés.

Lembro-me perfeitamente que eu e muitos implorávamos pela aquisição de um armador quando ele entrou no time completamente desacreditado.

Registre-se, porém, que Moisés teve personalidade para reagir ao ambiente corrosivo que o cercava, impôs seu ritmo, a sua personalidade e seu modo de atuar, alterando também o modo de jogar da equipe e acabando por se  tornar o jogador mais importante do esquema e do time de Cuca.

A diferença entre ele e Zé Roberto, que exerce a mesma função no esquema atual de Eduardo Baptista em face das contusões de Tchê-Tchê e do próprio Moisés é que com Zé o time é mais cadenciado, mais lento e sai com menos velocidade ao ataque.

Com ZR na função de meiocampista o time toca bem mas é marcável e previsível, pois joga na horizontal e o veteraníssimo jogador além de estar condicionado a tocar de lado (já é um cacoete) não consegue sair em velocidade suficiente para surpreender e demolir os sistemas defensivos adversários
 lançando Keno, Dudu ou qualquer outro que esteja à frente.

Eu, particularmente, colocaria Raphael Veiga no lugar de ZR como o segundo volante, pois se ele tem menos experiência, tem, também, excelente capacidade técnica e lança melhor à distância, com a vantagem de, em um rápido vislumbre, perceber alguém desmarcado para habilitá-lo a atacar com perigo ou colocá-lo na cara do gol mediante uma única batida na bola.

Não quero subestimar Zé Roberto neste quesito, posto que ele é um jogador (quase) completo, bom nas bolas paradas, bom no cruzamento, tanto e quanto tem chute forte com bom direcionamento, excelente visão periférica e inteligência para enfiar as bolas curtas.  Exceto as à longa distância!

Ao meu sentir falta-lhe, treino para condicionar-se a atuar dessa forma e, quem sabe, ele possa alterar até seu modo vicioso de atuar quando toca curto apenas para os lados, verticalize seu jogo e se transforme (na função, na função, na função) em um novo Jair da Rosa Pinto, ao menos na maneira de atuar.

Para quem não sabe Jair foi um grande ídolo palmeirense e o maior meia de ligação de todos os tempos (em meu entendimento) da história do futebol brasileiro que a intolerância da torcida mandou embora na década de 50) o armador que mesmo jogando quase parado consagrou Pelé para o futebol segundo o próprio Pelé escreveu em seu livro "Eu Sou Pelé"!

Fazendo uma digressão, quando Humberto Tozzi artilheiro palmeirense do início da década de 50 foi contratado pela Lazio onde ficou por quase cinco anos e marcou pouco mais de 30 gols (média de 6 por ano) perguntaram a Jair (a essa altura já defendendo o Santos) por que Humberto não tinha dado certo no futebol italiano.

A resposta de Jair foi uma frase cunhada por Jair que virou verso de música e até hoje usada, que serve para evidenciar a importância de um lançador emérito, "raça" quase extinta no futebol brasleiro desde que a mídia impô como moda e referências o sistema de jogo europeu aos técnicos e o futebol brasileiro perdeu a sua identidade.

 A frase é esta:

"Levaram uma flecha mas esqueceram o arco". 

O arco era ele, Jair, o maior de todos, muito mais do que Didi ou Gerson que aprenderam com ele ou qualquer outro.

Não digo que jogando como Jair que os "inteligentes da mídia dirão que não é possível em face da veteranice de ZR e da exigência física do futebol de hoje", ZR se transformaria em um lançador emérito. 

Não quero dizer que ele entraria no rol dos maiores armadores da história do futebol brasileiro, mas sou convicto de que, na ausência de jogadores dessa característica em todo o país, seu aproveitamento nessa característica surpreenderia muitas defesas e abriria o caminho para muitos gols do Palmeiras.

É uma experiência positiva essa perspectiva de ampliação do uso de Zé Roberto que, repito, bem treinado e condicionado para a função pode ser transformado em uma arma letal a ser usada senão como uma sistemática de jogo (Guerra não joga assim, tampouco Moisés e Tchê que estão voltando) mas como um recurso para uma mudança tática repentina do modo de jogar da equipe quando qualquer jogo assim o exigisse.

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27 Comentários:

  • Às 27 de fevereiro de 2017 14:58 , Blogger Emanuel Campana disse...

    Concordo plenamente, Alcides.

    E espero EB esteja preparando para encaixar o Raphael Veiga nesta função.

    Quando todos estiverem disponíveis o que o treinador não pode reclamar é de opções para formar repertório, como MO anteriormente tinha repertório de uma música.

     
  • Às 27 de fevereiro de 2017 18:22 , Blogger eduardo luiz disse...

    Alcides, aproveitando a deixa do seu comentário, poderíamos refletir, na seguinte indagação: por que a imprensa esportiva, quase que por unanimidade, da tanto ênfase ao esquema tático do palmeiras, ou seja, se é 4-1-4-1, se pode ser 4-2-3-1 ou 4-3-3. Qual a importância disso para a mídia ficar contestando assiduamente? Não vejo, com referência aos outros clubes, ter essa preocupação. Você não acha que isso é uma maneira de ficar tentando alimentar crise? O sp está fazendo um péssimo campeonato, mas não vejo crítica ao trabalho de Ceni? Isso apenas é um exemplo.

     
  • Às 27 de fevereiro de 2017 19:20 , Anonymous Marco disse...

    A imprensa esportiva é desonesta e defende interesses das sua chefias ligadas aos nossos rivais. A história mostra isso.

    ======

    EB

    Será o nosso treinador na Libertadores. Dependemos do sucesso dele e nesse sentido as cobranças fortes ao seu trabalho são necessárias. Ele não pode ir para a disputa da Libertadores com o pensamento de que é apenas mais um torneio, como foi para o Derby pensando que era apenas mais um jogo. Espero que tenha aprendido.

    Não me lembro onde li, depois do jogo contra o time da marginal, mas frase que mais definiu o EB foi:
    EB saiu da Ponte Preta, mas a Ponte Preta não saiu do EB.

    Que a Ponte tenha saído dele depois do derby e que o jogo contra a Ferrovia tenha sido o início do seu trabalho.

     
  • Às 27 de fevereiro de 2017 20:21 , Blogger eduardo luiz disse...

    Marcos, sua assertiva tem razão. Porém o que eu quero dizer é que a imprensa tá pilhando muito a nossa torcida. Não vejo razão nesse início à tanta cobrança, o que não ocorre aos outros clubes. O que eu vejo é que a imprensa tenta a cada dia tentando desestabilizar o elenco, implantando contrariedade e descontentamento a cada jogo. Nesse sentido, eles sabem que podem colaborar em muito para o fracasso do verdão. Mesmo que EB fosse demitido hoje, um novo treinador, que não existe no mercado hoje, não conseguiria desenvolver seu trabalho nesse curto espaço de tempo. Assim se a torcida entrar nessa onda não ganharemos nada esse ano, pode registrar isso. Só consegue resultado quem tem apoio da torcida e do grupo de jogadores. O que não vejo hoje na nossa torcida infelizmente que entrou na onda do adversário.

     
  • Às 27 de fevereiro de 2017 21:21 , Anonymous Edson disse...

    Tb observei essa preocupação exagerada da imprensa, Eduardo.
    Estão querendo conturbar o ambiente.

     
  • Às 27 de fevereiro de 2017 21:50 , Anonymous Marco disse...

    Eduardo, suas observações estão corretas. É isso mesmo e sempre foi assim.

    Por isso surgiu um blog como esse OAV, para discutir coisas que nossa torcida (parte dela) não percebe (ou não percebia)
    Podemos até divergir em um ou outro ponto, mas a intenção de todos aqui é o melhor para o Palmeiras, muito ao contrário do que existe na imprensa comum.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 00:48 , Anonymous Verde insuperável disse...

    Se não ganharmos nada nesse ano, é porque nunca tivemos um treinador. Desde sempre. O elenco é inquestionável. Pena que alguns bajuladores de nossa torcida não o sejam.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 08:12 , Anonymous Marco disse...

    Hoje, a queda de EB só acontecerá com um grande fracasso do Palmeiras e isso ninguém quer, pelo menos acho que ninguém quer.
    Fui contra a contratação dele desde o início, escrevendo vários textos aqui e em outros locais ANTES da contratação ser efetuada.

    Entretanto, agora temos um fato que não depende de nós, ele será o treinador do Palmeiras na Libertadores e nesse sentido expresso o desejo de que ele acerte. Ele acertando e com o elenco que temos, teremos sucesso.

    Quanto à torcida, está fazendo muito bem o seu papel de cobrar resultados e qualidade no time. Logicamente, a imprensa exercendo seu papel tradicional de abutre, fazer fazer o jogo do quanto pior melhor, basta ficar atentos, fazendo as cobranças, mas sem implantar o terrorismo que a imprensa deseja.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 08:16 , Anonymous Marco disse...

    Simplificando nossa situação em relação ao treinador;

    O cara vai a uma barbearia cortar o cabelo e quando termina o barbeiro pergunta a ele: ficou bom?
    Ele responde, NÃO, deixe mais comprido!

    Já foi!!!!!!!

    Estamos a dez dias da Libertadores, com apenas um jogo do paulista antes dessa estreia. Afirmar que o técnico não vai mudar e que dependemos dele não é uma opinião,é uma constatação!
    Então, que tenha sorte!

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 09:50 , Blogger eduardo luiz disse...

    Alcides, permita-me, com o mais fidalgo respeito, publicar o texto de André Kfouri, ocorrido no dia 18 de fevereiro último, no portal lance, sob o título: "O fanático precoce", a saber: A perturbação ao trabalho de Eduardo Baptista no primeiro tempo do terceiro jogo do Campeonato Paulista é um caso de insanidade. Um caso que certamente tem suas explicações nos bastidores políticos do Palmeiras, requentados pelo velho poder puxando longas cordas e ameaçando uma época promissora no aspecto esportivo, mas que, sobretudo, revela o desinteresse de um determinado tipo de torcedor por seu próprio time. A loucura se esconde no fato desse torcedor se julgar mais valioso para a causa do que aqueles que estão em campo.
    O desejo de pura e simplesmente vencer, a ponto de não se importar com a maneira como a vitória chegará, alastrou-se por quase todas as artérias do futebol profissional. É o raciocínio invertido que precisa do remédio que compra tempo para o treinador, sossego para o dirigente e a mais efêmera satisfação para o torcedor: aquela que sobrevive do instante em que se percebe que o jogo está resolvido até o primeiro movimento da bola no encontro seguinte. É o chiclete cujo sabor dura apenas alguns segundos.
    Enquanto a vitória sobre o São Bernardo era um insistente zero a zero, não foram só os apaixonados de aluguel que atrapalharam o técnico e o Palmeiras. Mesmo em meio aos setores do Allianz Parque que rechaçaram as referências a Cuca, houve quem demonstrasse uma inacreditável propensão ao desequilíbrio. Importante frisar: não se tratava de um jogo crucial do segundo turno do Campeonato Brasileiro, ou da semifinal da Copa Libertadores (mesmo nessas situações, claro, jogar contra seria errado). Início de estadual, e o Palmeiras não ganha um título há semanas.
    Se a neurose por uma vitória no segundo mês do ano resultasse do diagnóstico de mentes futebolisticamente privilegiadas, seres capazes de visões premonitórias, ok. Sorte do clube que os tem. Mas é o exato oposto. Apupar Baptista, envenenar a atmosfera do estádio e prejudicar a concentração dos jogadores – na TERCEIRA partida da temporada – é próprio de quem não compreende nada sobre o funcionamento do futebol. Uma insensatez que corrompe o processo de formação do time, injetando receio onde é necessário que haja confiança. Uma coisa é analisar um jogo. Outra é julgar um técnico durante um jogo.
    Os gritos por Cuca comprovam a falta de noção da realidade. Esquece-se que 1) foi ele quem decidiu deixar o Palmeiras, resolução tomada durante o ano passado e que nem o título brasileiro pôde reformar, e 2) para quem quiser entender: diversos jogadores do elenco atual estão satisfeitos sob um novo comando. Óbvio, gritar o nome de um técnico campeão não significa necessariamente pedir sua volta, é também uma forma de criticar o que se vê. Mas a precocidade da manifestação é uma anomalia até para os padrões nacionais de sabotagem em nome da paixão.
    O Palmeiras estreia na Libertadores na noite de oito de março. Qualidade e quantidade à disposição de Baptista permitem competir em todas as frentes, mas nada no futuro próximo é mais relevante do que disputar uma excelente fase de grupos até o final de maio. Julgamentos da comissão técnica a cada semana não só não fazem sentido, como fazem mal ao projeto que deveria ter apoio geral. Equivocado a respeito de si mesmo e de seu papel no espetáculo que trata como parte de sua vida, o fanático evidentemente não é capaz de notar que tudo andaria melhor sem ele.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 10:30 , Anonymous Elcio disse...

    Filho de peixe, peixinho é.

    Essa vale para o jornaleiro, e para o nosso técnico.

    Nao confio em nada do que eles dizem, por trás disso deve estar o desejar o pior para o Palmeiras.

    Bom dia.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 10:50 , Blogger Emanuel Campana disse...

    Eduardo, discordo quando o filho do kfouri diz "A loucura se esconde no fato desse torcedor se julgar mais valioso para a causa do que aqueles que estão em campo."

    A torcida é o maior patrimônio do clube.

    Se 10% dá Torcida se tornar Avanti o Palmeiras terá quase 2 milhões de sócio torcedor, tendo um saldo na receita com Avanti de 60 milhões para mais de 500 milhões ( calculando o valor divulgado pelo PALMEIRAS como valor de arrecadação anual do Avanti e multiplicando pelo aumento de Sócios torcedor).

    Se o torcedor não der audiência, não comprar os produtos, não virar sócio torcedor, não se inscrever nas redes sociais (TV Palmeiras), não ir ao estádio o time fica muito enfraquecido, não consegue, grandes contratos de propaganda, não atrai a mídia e por consequência não terá bons jogadores.

    Nós, torcedores, somos sim mais importante para o clube, uma vez que seremos palestrinos até a morte, já o jogador....

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 11:51 , Anonymous Marco disse...


    Preocupante quando jornalistas, especialmente alguns, se tornam referência de opinião.
    Um "almofadinha" que nunca chutou uma bola na vida e está no jornalismo pela indicação do pai querendo ensinar a torcida do Palmeiras a se comportar.

    Pode até ter conhecimento teórico, pois isso se aprende, mas não é palmeirense e não está preocupado com o melhor para o Palmeiras.

    Texto marcado pela arrogância de quem se julga superior, mas não passa de um cabaço metido a intelectual. Por esse tipo de personagem, Gilson Kleina, Marcelo Oliveira e Oswaldo de Oliveira teriam permanecido no comando do time.

    A cobrança feita a Eduardo Batista é a chance dele passar por uma prova de fogo e ter sucesso à frente do Palmeiras. Comportando-se como "madre Teresa de Calcutá" nossa torcida daria ao treinador a zona de conforto que o deixaria tranquilo, sem enxergar suas falhas.
    As manifetações da torcida ocorreram pela observação de falhas primárias na escalação e armação da equipe e foram tão benefícas que o treinador já dá mostras que assimilou as criticas e começou a acertar. Isso é o que esperamos, que continue evoluindo e que sua melhora não tenha sido um acaso.

    Caso EB venha a ter êxito à frendo do nosso time, será em grande parte pela cobrança da torcida. Cobrança que pode fazer com que ele entenda onde está e nunca mais, por exemplo, pense que o Derby é só mais um jogo. EB, sendo vitorioso no Palmeiras, irá agradecer muito no futuro a chance que teve e o que precisou passar para aprender a ser um técnico de futebol.
    Não será com textos demagogos de alguns “moleques” do jornalismo que ele irá ter o respaldo para sustentar sua carreira.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 12:56 , Blogger Moisés Braga Ribeiro disse...

    Eduardo Luiz, como é que é???

    Primeiro você fala da imprensa marrom, e depois vem colar textão do filho do Que Furo???

    Como diz o outro: é pra acabar!

    Esse cara e o pai dele querem ver o Palmeiras rastejando, humilhado e desrespeitado.

    Querem ver o Palmeiras começar (e terminar) a principal competição do ano com um técnico FRACO.

    Estão morrendo de raiva porque o time deles não se classificou e estão loucos pra ver o Verdão desclassificado o mais rápido possível.

    Aqui criticamos o Eduardo Batista não porque somos cornetas, não porque queremos ver o pior, criticamos porque ELE MERECE, É FRACO!

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 13:12 , Anonymous Marco disse...

    Caro Eduardo, para completar o comentário do Moisés.

    A única chance de sucesso do EB no Palmeiras será entender as criticas da torcida, para ver se consegue se superar e ter um bom trabalho.

    Ficar ouvindo bajuladores e intelectualoides como esse filho do Kfuro só levará ele e o Palmeiras para o Buraco.

    Experimente trabalhar ao lado de alguém que só sabe puxar o saco, olha seus erros e não te avisa!

    Por esse pessoal, o Oswaldinho não teria saído e o Cuca não seria o treinador do Palmeiras em 2016.
    Hoje, é diferente, não dá mais para trocar de treinador e iremos com o EB. Então, que ele seja conduzido da melhor forma possível com a necessária cobrança da torcida.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 13:50 , Blogger Emanuel Campana disse...

    Quanto à torcida não ser importante, digo aos amigos, não viajei no carnaval e resolvi assistir alguns s jogos / momentos do Palmeiras e vi alguns jogos de 2007 (gostava do jeito que aquele time jogava, apesar de faltar centroavante) e, pude confirmar que todos os jogos em casa estavam praticamente lotado, ou seja, nossa torcida, independente de Palestra Itália ou Allianz Parque, sempre foi e é engajada, a imprensa tenta desmentir isso, mas vejam a gambazada, que sempre rivalizou conosco em questão de fanatismo, foi só ganhar uns titulizinhos e viraram modinhas, basta ver o público de 11 mil no campeonato paulista e não fosse a campanha do centenário do Derby duvido que obteriam o público de 32mil. Palmeirenses nunca comprem o que a imprensa vende.

    Já dizia Chico Buarque "fumê Ary, cheire Vinícius, beba Nelson cavaquinho", ou seja, quer consumir algo de ruim não consuma, ao invés de consumir imprensa marrom, consuma Mídia palestrina. A imprensa marrom, como publicado anteriormente no blog, tem de ser fiscalizada.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 13:52 , Blogger Emanuel Campana disse...

    Só complementando, deve ser fiscalizada e não consumida.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 14:21 , Blogger eduardo luiz disse...

    Meus amigos, acredito que não entenderam minha postagem. Quando publiquei a matéria, em algum momento falei que concordo com ela? Muito pelo contrário, apenas quis mostrar o que a mídia fala do nosso verdão. A única diferença é que agora publiquei um post. Aí, confirma o que sempre digo, a mídia deixa nossa torcida pilhada. Infelizmente

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 15:36 , Anonymous Verde insuperável disse...

    SEO Eduardo Luiz: Não sei se quem escreve "enchergar", ao invés de ENXERGAR, conheça a História de Tróia. Eu conheço ! Se toque, rapaiz, você é um dissimulado. Postou o artigo do filho do QUIFURI, e depois, com a reação dos Blogueiros, quis sair a Francesa ! Não sei se o elemento está me entendendo, mas te aconselho: Eu te peguei ! Esse tal de Eduardo Luiz é um ordinário Impostor.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 15:39 , Anonymous Verde insuperável disse...

    Esclareço: Você é o cavalo de Tróia. Vc só engana otários. A mim você não enganará. Jamais !

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 15:40 , Anonymous Verde insuperável disse...

    Moleque !

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 15:41 , Anonymous Verde insuperável disse...

    Maroto !

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 15:42 , Anonymous Verde insuperável disse...

    Pau mandado !!!!

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 16:06 , Blogger Moisés Braga Ribeiro disse...

    Caro Eduardo Luiz,

    Acho que é o contrário.
    Você que não está entendendo as nossas postagens.
    Talvez não acompanhe o blog há tempo suficiente.

    O Alcides já provou e comprovou muitas vezes a maneira como a imprensa (em geral) trata o Palmeiras.
    Ninguém que acompanha o blog há tempos é trouxa de acreditar que a imprensa quer a continuidade do Eduardo Batista porque "o Palmeiras tem um planejamento", "porque a torcida é impaciente", etc. e tal.

    A imprensa quer a continuidade dele porque já viu suas grandes deficiências, como nós também vemos.
    Temos a obrigação de torcedores apaixonados pelo time de colocar o dedo na ferida, criticar construtivamente, sugerir mudanças.
    Isto não é ser corneta!

    O planejamento do Palmeiras chama-se LIBERTADORES.
    Nunca se esqueça disso.
    Ele é o técnico, temos que torcer por ele.
    Mas não temos que passar a mão na cabeça, temos que cobrar.
    O Palmeiras não é a Ponte Preta!

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 19:56 , Anonymous Edson disse...

    Não sei se todos viram.


    Qual o melhor elenco do Brasil na atualidade? As opiniões dos especialistas podem variar, mas Flamengo e Palmeiras costumam ficar entre os mais votados nas listas dos comentaristas. E entre os dois times brasileiros classificados para a Libertadores: quem tem o melhor time titular? A questão foi um dos temas do "Bem, Amigos!" desta segunda-feira de carnaval, que contou com a participação dos principais responsáveis pela montagem dos elencos das duas equipes: Alexandre Mattos e Rodrigo Caetano. E não opinião dos jornalistas do programa, existe um equilíbrio, mas o atual campeão brasileiro tem vantagem. Das dez posições listadas (a dupla de zaga contou como um voto apenas), o Alviverde superou o Rubro-Negro por 6 a 4.

    A equipe ideal foi escalada com Fernando Prass, Jean, Mina, Victor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo, William Arão, Diego e Dudu; Guerrero e Everton.

    Quatro jogadores venceram a disputa por unanimidade: Prass, Diego, Dudu e Guerrero, que superaram Alex Muralha, Guerra, Mancuello e Borja, respectivamente.

     
  • Às 28 de fevereiro de 2017 21:33 , Blogger eduardo luiz disse...

    Caro Moisés, data vênia ao seu raciocínio, discordo de você quando diz que a imprensa quer a permanência de EB. Ao contrário, ela quer que ele saia. Isso está muito claro ao que lemos nas redes sociais. Fato claro e cristalino a quem quer entender o que a mídia escreve. No contexto geral não podemos generalizar a premissa menor, ao que está dissertivo na premissa maior. Sou leitor do Alcides a muito tempo, do qual tenho o melhor apreço. Outrossim, vejo que ela conseguiu seu objetivo, ou seja, tentar pilhar nossa torcida contra o esquema do time. Tenta, a todo preço e a cada dia, buscar a derrocada do time. Quem não enxerga isso é porquê não vê o que estão fazendo nas redes sociais. Tentei mostrar que nossa torcida está entrando nessa onda. O debate nesse sentido era pra mostrar o ouro lado da história. Criar novos bate papos dentro de uma conjuntura de uma equipe que almeja sucesso no ano. Mas vejo que aqui estamos preocupados em saber de EB, é bom ou ruim. Acho que nosso planejamento já está feito. Temos que torcer e apoiar. Se não der certo, vitória da imprensa marrom e dos palmeirenses que entraram na onda, como aconteceu muitas vezes no passado.

     
  • Às 1 de março de 2017 16:43 , Blogger ester abea disse...

    grande Verde Insuperável

    gostei do "ordinario impostor". Agora só espero vc chamar o Q FURE de "gênio da mídia" e o moço de "homúnculo"

    Aliás, de homúnculo o machão Q FURE não tem nada. Ali é virilidade acentuada, musculatura atlética, misturada com a genialidade que faz a imprensa marrom ser tão incensada...

    E que o grande Alcides, este sim genial, não ache que gasto meu fosfato com um quase aposentado e sem valor como o Q FURE (rsssss)

     

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