Observatório Alviverde

09/02/2026

O PALMEIRAS DERROTA A TORCIDA, A MÍDIA E A ARBITRAGEM, VENCENDO O CORINTHIANS NA CASA DO ADVERSÁRIO POR 0 X 1.

A mim pouco me importa se o Palmeiras, domingo contra o Corintians, jogou mal ou na retranca, se passou por apertos ou se sofreu a costumeira ação deletéria da arbitragem...

É que estou convicto de que a vitória de ontem, em plena arena corintiana atropelando todos esses fatores, mexeu com os humores de grande parte dos componentes da mídia, entre os quais leia-se Bruno Laurence e Cléber Machado, respectivamente repórter e narrador  TV Record, useiros e vezeiros em criticar e rebaixar o Palmeiras nas derrotas, nos empates e até nas vitórias. Isso não tem preço! É sublime!

Ontem, em pleno jogo, do início ao fim eles não conseguiram disfarçar a decepção que sentiam pela derrota corintiana e a consequente vitória palmeirense.

Como se esperava, foram parceiros nas opiniões emitidas durante todo o relato do jogo, todas elas, coincidentemente, favoráveis ao Corinthians. ..."in dúbio ou não", sempre pró Corinthians. 

Em mais de 90 minutos Laurence e Cléber não pronunciaram, sequer, uma opinião em que concordassem com a marcação de qualquer lance favorável ao Verdão Só aqueles contra.  

Aliás, pelo tanto que repetem durante a transmissão as suas diatribes jornalísticas anti-palmeirenses, eu creio que eles supõem que ninguém as note e perceba...

Laurence chegou a afirmar que Memphis só perdeu o pênalti porque um jogador palmeirense afundou o buraco da marca de cobrança. Deslavada mentira.

O único lugar em que Memphis não pisou na hora H da batida foi  sobre "a marca da cal". Ao partir para a bola escorregou na grama fortemente molhada pela grama, perdeu o equilíbrio e caiu, formando um risco na grama amassada fora da marca, mostrado claramente logo em seguida, pelas câmeras pelas quais eu acompanhava a transmissão, coincidentemente da própria Record.

Da mesma forma o buraco que Laurence alega ter sido ampliado por um jogador palmeirense, a julgar-se pelo forro de grama e pela substância branca que o demarca, possui uma tessitura que só poderia ser alterada mediante o uso de ferramentas, nunca com a mão ou com o pé.

Como se tudo não bastasse, a gravação da cobrança em si do penal, mostrada de forma muito clara pela TV, evidencia que nada ocorreu, pois foi o pé de apoio de Memphis que escorregou ao lado da bola, na hora exata da batida.

Para encerrar:

Se Laurence e Cléber foram clubistas, se não souberam se portar de maneira profissional, cite-se, com louvor, Sálvio Spinola, Maurício Noriega e Dodô, sempre justos, ontem, em suas análises.

Eles não convalidaram o suposto pênalti que só poderia ser visto mesmo por esse inimigo mortal do Palmeirense na arbitragem, Raphael Klauss! Não sei explicar a razão, pela qual esse tendencioso apitador continua, impunemente, apitando os jogos do Palmeiras decorridos tantos anos de favorecimentos ao maior rival. 

Sobre o time do Palmeiras propriamente dito, gostei muito da defesa mas creio que cedeu muitos espaços nas laterais, por onde o adversário mais atacou.

O meio campo, ao menos em meu critério de análise, careceu de um meia de chegada, bom passador e que tentasse mais o arremate à meia distância. 

Embora com lampejos e tendo dado a assistência para o gol da vitória, o meio campo palmeirense, no cômputo geral das ações é forçoso dizer,  perdeu o duelo, foi encaixotado e arrematou pouquíssimas vezes ao gol corintiano. 

A compensação disso foi o gol da vitória, decorrente da insistência, o espírito de luta e da ótima performance defensiva do Verdão. 

A fraqueza do ataque residiu no fato de a maioria dos atacantes, Vitor Roque (substituído ao final do 2º tempo), Flaco Lopes, Maurício e até Luigi que entrou depois, individualizarem constantemente as jogadas e perderem alguns gols.

Quero agora a análise de todos vocês, meus amigos, sobre o  time, ontem na Arena Corinthians e sobre essa vitória sobre o maior rival, que nos enche de alegria.

Na avaliação de vocês esse novo time palmeirense é bom ?

Dá pra ganhar o Paulistão?

Ou dá para que se pense em objetivos maiores? 

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