S.E. PALMEIRAS, O JUSTO E PERFEITO CAMPEOÃO PAULISTA DE 2026!
Está escrito nas estrelas e ninguém mais pode apagar:
" SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS LEGÍTIMO E INCONTESTÁVEL CAMPEÃO PAULISTA DE 2006"!
Foi uma conquista justa, revestida de todos os méritos e merecedora de nossos maiores encômios e justos parabéns!
O Palmeiras não só venceu o certame paulista com uma certa facilidade, como convenceu plenamente;
Passou como um tanque de guerra atirando em todas as direções por todos os seus adversários, até os mais tradicionais, todos eles radicais, (dificílimos de ser batidos).
E passou mesmo com a obrigação de, por acréscimo, ter de superar uma série interminável de situações de arbitragem, às quais se eu denominasse caseiras, parciais, convenientes, ou, até, de ladras, eu não estaria exagerando.
Fiquei extremamente satisfeito e vivi o paroxismo da alegria com mais um título conquistado, ao qual parte da mídia finge não atribuir nenhum valor.
O resultado, além de estabilizar emocionalmente o time, projeta e motiva um "Novo Horizonte" (sem trocadilho ou comparação alguma ao adversário de ontem) a ser encontrado e conquistado nesta temporada que apenas acaba de começar.
Em relação ao jogo propriamente dito, quero falar menos porque o titulo já chegou. Prefiro falar de minha alegria e de minha satisfação pela conquista de outro "caneco".
Quero destacar o empenho, a raça e o espírito de luta do time, que jogou seu futebol de acordo com as limitações do gramado, mas sempre com grande empenho.
Um time que enfrentou novamente uma arbitragem fraca e facciosa que, além das inversões de faltas, córneres e laterais apitou descaradamente para o time interiorano.
A prova maior do que afirmamos, reside nas faltas cometidas em série pelo Novorizontino, sendo que apenas um percentual pequeno das mesmas foi assinalado. Era o Palmeiras tentar atacar e os jogadores do Novo Horizontino, imediatamente, cometiam faltas sem que recebessem os cartões correspondentes.
O importante, porém, é que o Palmeiras conseguiu superar tudo isso, estabeleceu 2 x 1 no placar e levantou orgulhosamente o caneco, se tornando o novo dono do futebol de São Paulo.
Gomes, Murilo e Piquerez jogaram muito, Carlos Miguel não foi bem mas não foi mal
Khellven esteve razoável tendo feito alguns bons cruzamentos e Piquerez sacrificou-se pelo grupo, ficando o tempo todo guarnecendo a defesa, sem apoiar.
Marlon Freitas esteve bem e desenvolto, correu muito e até chutou uma bola na trave.
Andreas Pereira sentiu muito o peso do gramado molhado e, em razão disso, procurou jogar com o grupo e pelo grupo.
Maurício, lutador mas muito caçado pela defesa adversária, só saiu por contusão, dando o lugar a Felipe Anderson, que ajudou o time a prender a bola a fim de que garantisse a vitória.
Do meio de campo pra frente estiveram as melhores peças palmeirenses entre os que iniciaram o jogo e os que foram até o final.
Arias estreou muito bem e até parecia alguém que estivesse no time há dez anos.
Flaco Lopes, entre erros e acertos, esteve muito bem, tanto e quanto Lucas Evangelista, Matinez, Alan e Sosa que só entraram depois que o jogo estava, praticamente, ganho.
Vitor Roque, o Tigrinho, foi o melhor entre os palmeirense e, disparadamente, o craque do jogo!
NOTA DEZ A ABEL FERREIRA
Em um exíguo pedaço de tempo Abel e seus auxiliares bateram um recorde e conseguiram montar um time suficientemente forte para ganhar o Paulistão.
Parabéns e atribuímos NOTA DEZ a ele.
Sem querer agredir companheiros nossos que reivindicaram a saída de Abel enquanto pedíamos paciência, quero dizer que os entendi e compreendi.
De fato, quando eles criticavam, o Palmeiras passava por uma desastrada situação técnica, mas o tempo dado ao treinador e as contratações realizadas fizeram com que ele se recuperasse .
Trabalhar, ele sabe, mas entendê-lo poucos sabem!
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